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03 fevereiro, 2026

Um Lindo Texto Sobre o Alzheimer


Alzheimer: As memórias se foram.

 

 "Quem é que vejo? Não Conheço."

"Não fala comigo só repete o que eu digo."


Minhas lembranças me mostram quem eu era. 

Sinto uma imensa saudade de alguém; Quem será que é?
Um filho? Um neto? Um amigo? Um amor?

Felicidades passadas e pessoas amadas estão sendo esquecidas por mim.



Nota:

"A Doença de Alzheimer não afeta apenas a memória de quem a tem, ela transforma a rotina de toda a família. No entanto, é fundamental lembrar que, atrás de cada esquecimento, ainda existe uma pessoa que precisa de carinho, respeito e dignidade."



Uma Reflexão Sobre a Existência.


Quem já parou para ver as estrelas do céu?

Quem já olhou as ondas do mar?

Quem já tentou contar os grãos de areia da praia?

Quem já observou o vento balançando as árvores, 

que como canção, traz som de serenidade. 

  


Já devem ter pensado na beleza da vida, na complexidade da existência. 

Quem não pensa, não existe.

É como pedir para um peixe viver fora do mar, é como pedir para uma estrela parar de brilhar no céu. 

Como viver sem pensar na razão de sua própria origem?

17 novembro, 2025

Minha Beija Flor




Tão pequenina, meu amor. 

Animada, cheia de cor, 

Voando para lá e para cá,

Como que de flor em flor.

Levando alegria, 

Vivendo a vida e espalhando amor. 


[Nota]

Texto escrito em maio de 2025, observando um beija flor no trabalho, pensei na minha filhinha e escrevi. 

13 novembro, 2025

Na Volta Para Casa

                                 

Pela janela de um ônibus, no poder da clareza do frio de outono, o vasto ciano com pontos cintilantes me fez pensar: Quem sou? Onde estou?


Quando penso em quem sou, percebo que não sou mais quem era. Certamente, não sou mais desistente. Estou seguindo, olhando para a a frente, até que meu objetivo se torne concreto e real.




01 novembro, 2025

Decidi dar Vida às Palavras: Começando com "ENTRE A NÉVOA E O BEIJO DO SOL"



Em muitos textos que pensei, quase nenhum deles foi anotado. 
Agora, estão perdidos nas minhas memórias, esquecidos pelo tempo. O que me resta são ideias futuras, ainda ocultas de mim, esperando que eu as encontre. Hoje, decido dar vida a algumas das palavras que guardei, para que elas abram o caminho para as histórias que ainda estão por vir. 


Entre a Névoa e o Beijo do Sol

A caminho do meu trabalho, na BR-230, próximo ao acesso que leva ao Cabo Branco, há uma pequena floresta ou bosque, talvez. Enquanto passávamos por ali, o moto Uber foi cercado por uma névoa branca. 

Um cheiro pairou no ar. Então, me perguntei: "O que é isso? Fumaça? Neblina?" Era como se a pista estivesse sendo criada conforme seguíamos por entre aquela névoa densa. Parecia realmente uma neblina. Minha dúvida se desfez quando senti que a ponta do meu nariz gelou. 

Logo que passei por aquele mar de névoa branca, o calor dos raios do Sol beijou o meu rosto.

Eram por volta das seis da manhã. Aquele momento breve tornou-se inesquecível, lembrando-me de que mesmo as manhãs mais rotineiras, em relances, carregam experiências que ficam marcadas em nossa memória. Basta estar disposto a observar os encantos que estão ao nosso redor. 

[Nota]
Escolhi a crônica Entre a Névoa e o Beijo do Sol para ser minha primeira publicação, não só por ser um dos meus textos favoritos, mas por acreditar que ela é perfeita para dar início a essa nova fase da minha vida. Está crônica é sobre sair de trás das cortinas de névoa e abrir-se para novas descobertas e possibilidades, recebendo o calor de fazer o que se ama. Essa narrativa vai além de vermos o que é belo na rotina diária.